Archive for Setembro, 2010

I’ve always been a Rebol, anyway

Quinta-feira, Setembro 30th, 2010

Some years ago, when I went to University, I preached to anyone that would listen about Java’s greatest virtues. I was a true Java evangelist, but people mocked me and said I was nuts. I can still hear myself back then:

“But it’s an object oriented language, WORA! The platform is one of it’s strenghs, too! Threads and stuff! Imagine the possibilities!”

“You can develop and test in any operating system! Development is free, you don’t have to splash on an SDK/IDE/whatever!”

“It’s the knees bees, I’m telling you! Look!”

And people would laugh. Out loud.

A few years later I’ve finished my degree, and Java is all the rage, the Electronics and Telecommunications department improves my degree with Java as a discipline, everyone is on it. By then, I was happily developing my multithreaded, client-server, MVC, near-real-time, graphics-intensive, dedicated industrial applications in Java. Now that “Java is everywhere”, I’m looking for alternatives.

Why? I can’t really tell. On one hand, Java has been very kind to me, giving me a powerfull common platform on the Mac, Windows and Linux. And yes, I’ve had to deploy on all of them. Java gives me the simplicity I crave for in application deployment. There are lots and lots of good libraries around for you to leverage. And I must confess that the object orientation and the garbage collection really spoiled me.

But on the other hand, I’ve got a couple of issues I still can’t identify. Nothing even remotely serious, but the JVM has failed on me in native code twice, and there are some problems drawing graphics (glitches) on certain machines. Graphical performance is also a bit unpredictable from machine to machine (I’m talking Windows here, on the Mac it’s quite good and predictable and on Linux it’s, well, always slow-ish). Also, some really simple tasks take waaaaay too much code, care and study in Java, because it really is a general-purpose platform.

While not letting go of Java (I still love the platform nonetheless), I’m in the process of learning new stuff. Objective-C is way cool, I like it a lot, but as a platform it’s confined to the Mac/iPhone. So I’m getting to grips with what I think is the next big thing: Rebol. I took a quick 15min look, and it seems great!

The other platform, although not as revolutionary, is great for graphics stuff: BlitzMax.

I always was a fan of Mr. Carl Sassenrath and Mr. Mark Sibly ever since I was a kid in my Amiga times. Their evolution and art is an inspiration!

Treading new ground here, and it’s FUN!

Andromeda Ascendant

Terça-feira, Setembro 28th, 2010

Tenho mixed feelings por esta série de ficção científica; adoro a ideia, a nave, a história de background (ou não tivesse sido o Gene Roddenberry a imaginá-las), e a primeira season foi boa na globalidade, mas depois os episódios começam a parecer um pouco “forçados”, sem ligação, pouco credíveis e até vazios… principalmente a partir do momento em que o Robert Hewitt Wolfe deixou de os escrever.

Muitas vezes a Andromeda parece a nave mais poderosa do Universo, capaz de quase tudo, mas outras vezes parece muito fraquinha, e aquilo que fez no episódio anterior, incompreensivelmente já não o faz neste.

Com o passar dos episódios, também se nota o budget pequeno; sempre as mesmas (poucas) zonas da nave, o mesmo corredor, até as cenas no espaço são poucas, efémeras e parecem ter sido feitas depressa, com pouca atenção ao detalhe.

É certo que não tenho tido tempo para ver muito e ainda só vou na terceira season, mas mesmo assim… Agora quero ver se ponho as garras em alguns DVDs da Babylon 5. Vi alguns episódios quando era mais moço e pareceu-me mais envolvente, mais credível, e mais espectacular.

Nestes últimos anos tenho descurado a minha dose semanal de ficção científica. Playing catchup! Alguma recomendação a um trekkie?

Muito movimento

Terça-feira, Setembro 28th, 2010

Há pouco tempo comecei a procurar sensores de movimento para o meu projecto ultra-secreto; mas nas lojas aqui da zona (electrónica, electricidade, chinesas…), só encontro sensores com alimentação de 230V, alguns até preparados apenas para ligar uma carga de 230V (o neutro da carga é comum com a alimentação). Ora eu preciso de sensores com alimentação a baixa tensão para não ter problemas de “certificação” (12V era óptimo) e com relés independentes, que não precisam de ser grande espiga em termos de capacidade de carga, porque apenas vão dar sinal a uma entrada digital de um microcontrolador.

Finalmente descobri que aparentemente, todos os sensores de centrais de alarme são assim, ou muito parecidos. Como não conseguia encontrar nada cá, encontrei uma loja na Internet que me parecia boa e encomendei alguns sensores: uns caros e uns mais baratinhos para experimentar. Duas semanas depois chegou a embalagem com os 5 sensores. Estou a pô-los à prova enquanto defino a estrutura do quadro eléctrico, e depois dou novidades!

Depois vou ver se encontro uma loja aqui neste jardim à beira-mar plantado que me venda este equipamento…

Amiga SBC: were are you?

Quarta-feira, Setembro 15th, 2010

I would love to have a small SBC (single-board computer) Amiga, with an optional companion touch-screen display. :)

Something like a crossbreed between an Amiga A1200 and an Arduino Mega. A small, cheap, powerful, easily programmable SBC.

Imagine a small A1200-like system (on a 12×12cm board), running a dedicated version of AmigaOS 3 (light and fast, 3-second boot time), a 68030-equivalent CPU, 32MB RAM, an updated graphics chip (Sarah) with video out (Composite and VGA/DVI/HDMI), Paula audio, a comms chip (Vera) sporting Ethernet, RS-485, I2C, and GPIO (general purpose digital and analog I/O pins). 7-36V input power, very low power consumption (5W tops).

Advanced users could take full advantage of AmigaOS by developing full-fledged applications (full-screen graphics, lots of programming languages and platforms, control the booting process via Startup-sequence, etc). But for the system to be really popular, one should create a simple IDE (integrated development environment), like the Arduino’s, for the basic functions (GPIO logic, communications, and  some basic touchscreen graphics and widgets).

Sell it for 100€ each board. Sell it 125€ on a small enclosure, with DIN rail and wall mount adapters, and fast-connect headers on the GPIO pins. Sell a 6-inch touchscreen for 150€.

I’d love to have something like this for my projects (industrial control, home automation, telemetry, kyosks, points-of-information, etc)… maybe A-Eon/Hyperion will launch something like this after the X1000?

Codebits 2010

Sexta-feira, Setembro 10th, 2010

Aí vem ela! Os anos passados nunca consegui estar na Codebits os três dias (por limitações de trabalho), mas este ano não vou deixar que isso aconteça; vou mesmo do início ao fim!

Desde que comecei e ir às Minho Campus Party que fiquei com o bichinho destes eventos. Achei a MCP bastante orientada aos jogos (embora tivesse alguma programação e criatividade lá no meio), enquanto a Codebits me parece quase completamente orientada a programação/tecnologia (o que eu prefiro).

Como a organização pediu para levarmos retrocomputers, talvez este ano façam uns torneios de retrogaming… vou ver se levo um Amiga preparado com Sensible Soccer, Dynablaster, Gravity Force, Hired Guns e outros jogos multiplayer a ver se arranjo oponentes! :D

Bora lá! ;)